As Máscaras de lata, de madeira ou de cortiça. Os Trajes de lã, de palha ou de pano. Os Chocalhos, de paus e de muita língua afiada. O Entrudo que trás a moda tradicional, no Interior Norte do País, que ainda permanece salvo das influências do Carnaval brasileiro.
Não há como nega-lo, que adaptou-se às exigências dos novos tempos, que é para atrair o turismo. Com a festa popular da libertação, da expiação dos males e das raivas, antes da Quaresma, que tudo é permitido.
1 - Lazarim, Lamego
As Máscaras de pau e das quadras picantes
Nos momentos principais do Entrudo das máscaras de pau de amieiro. Todos os anos há novas caretas que são fabricadas pelos artesãos de um conjunto dos novos testamentos para as mulheres e para os homens, são todos da localidade. São lidos do alto da varanda para o largo da aldeia, que reúnem os caretos. A língua é tão afiada, que muitos saem da aldeia com as orelhas a arder.
2 - Podence, Marco de Cavaleiros
O Entrudo chocalheiro
Os caretos de Podence que saem todos os anos à rua no dia de Carnaval com o carimbo do Património Cultural Imaterial de Portugal, que ambiciona de vir a inscrever o seu nome na lista do Património da UNESCO. De um dos pontos altos do Entrudo é o desfile, pelas ruas de Macedo de Cavaleiros. O outro é, em Podence. Os mascarados com os fatos coloridos de lã que vão voltar a chocalhar as mulheres que forem ver.
3 - Vilarandelo, Valpaços
O Porco Toninho que volta a ser o rei da festa
O Porco Toninho que nem sabe a sorte que teve. Que escapou ao alguidar dos chouriços, que tem a casa própria e a companheira, vai ser o rei do Entrudo da Vilarandelo. Vai desfilar que está instalada de um reboque, desta vez mais baixo. O Rei Toninho que vai dividir as atenções com os restantes caretos e os figurantes do desfile.
4 - Vale de Ílhavo
O Desfile dos Cardadores
Os cardadores que são homens com as máscaras, de fatos excêntricos, de guizos e de apitos, que irrompem no meio da multidão a roncar, a saltar e a cardar. São quatro centenas de figurantes que vão desfilar pelas ruas da localidade, no Carnaval.
5 - Lindoso, Ponte da Barca
O Enterro do Pai Velho
Vai cumprir-se mais uma tradição nas terras do Lindoso nos lugares do Castelo e da Parada. Em frente dos espigueiros e da eira comunitária, que sai o busto de madeira do Pai Velho, vai ser transportado de um carro de bois engalanado com vários enfeites. Atrás, seguem as concertinas e os bombos. Depois, é lido o testamento e é feito o enterro do Pai Velho...
6 - Guarda
O Julgamento do Galo
É promovido pela Câmara, o GuardaFolia que inclui um desfile e o Julgamento do Galo, de possibilitar os cidadãos da queima de todos os males do ano velho.
7 - Carrazeda de Ansiães
O Julgamento do Pai da Fartura
Com um boneco do tamanho de uma pessoa que vai ser transportado de uma urna pela Vila, de um ambiente de sirenes, os choros e os bombos, para a Fonte das Sereias, que vai ser julgado.
Todos as culpas que são pelos os males que durante o último ano que se abateram no concelho é sobre o País que são descarregadas no Pai da Fartura. No final, vai rebentar com forte estrondo junto ao centro de apoio empresarial.
8 - Góis, Coimbra
O Entrudo das Aldeias do Xisto
O Entrudo que vai passar em vários lugares do concelho de Góis, na Serra da Lousã. Que começa na Aigra Nova, na 11. Corrida do Entrudo nas Aldeias do Xisto, com cerca de 40 foliões que estão inscritos. Faça chuva, ou faça sol, os participantes que ostentam as máscaras de cortiça e que visitam algumas povoações até na hora do almoço, dizem as quadras jocosas sobre os moradores de cada aldeia.
9 - Cabanas de Viriato, Carregal do Sal
A Dança dos Cus
A população que vai voltar a dançar a valsa pelas ruas, com a tradição, de baterem com os traseiros uns com os outros, nos tempos definidos pela Filarmónica. Com uma tradição que já tem mais de 100 anos e que atrai cada vez mais os turistas.
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
Emigração: Emigrem, vão ficar em boas mãos!
Os filhos que partem para os outros países com ansiedade de trabalhar e para sobreviverem que não têm mais nada. Portugal foi conhecendo novos mundos ao Mundo.
Com esta tradição, os pais têm que largar os seus filhos, que devem deixa-los partir, para seguirem além-fronteiras.
É sempre assim: enquanto são as crianças e os adolescentes, que têm de investir na sua formação, para saberem como pedir os bilhetes na ida para o estrangeiro.
De ter que viajar no avião é como se estivesse andar no metro. Com as novas tecnólogias, como os meios de comunicação, com os Skype e os telemóveis, até com os pombos-correios, é como te-los ao pé de nós.
É como dizer: Coitados dos filhos dos governantes, que limitam-se a viajar para os países de férias. Os políticos no poder destinam-lhes nos cargos dos ministérios e nas grandes empresas, liquidar-lhes o espírito de aventura.
Foi tantos os cidadãos a combaterem, foram presos, foram torturados e são assassinados no século, passado.
É finalmente, o Portugal da generosidade: com a nova geração que vai contribuir para o enriquecimento das outras nações. Portugal, não precisou dela.
Com o profeta e era sábio, Passos Coelho bem disse: emigrem, emigrem! Os velhos e os filhos dos ministros aguentam bem isto.
Publicado por Notícias de Portugal
Com esta tradição, os pais têm que largar os seus filhos, que devem deixa-los partir, para seguirem além-fronteiras.
É sempre assim: enquanto são as crianças e os adolescentes, que têm de investir na sua formação, para saberem como pedir os bilhetes na ida para o estrangeiro.
De ter que viajar no avião é como se estivesse andar no metro. Com as novas tecnólogias, como os meios de comunicação, com os Skype e os telemóveis, até com os pombos-correios, é como te-los ao pé de nós.
É como dizer: Coitados dos filhos dos governantes, que limitam-se a viajar para os países de férias. Os políticos no poder destinam-lhes nos cargos dos ministérios e nas grandes empresas, liquidar-lhes o espírito de aventura.
Foi tantos os cidadãos a combaterem, foram presos, foram torturados e são assassinados no século, passado.
É finalmente, o Portugal da generosidade: com a nova geração que vai contribuir para o enriquecimento das outras nações. Portugal, não precisou dela.
Com o profeta e era sábio, Passos Coelho bem disse: emigrem, emigrem! Os velhos e os filhos dos ministros aguentam bem isto.
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domingo, 26 de fevereiro de 2017
Trabalho: O salário médio com o valor mais alto desde 2011
O salário médio líquido dos trabalhadores por conta de outrem que atingiu cerca de 829€. Com o valor mais alto desde que a troika chegou a Portugal, que esconde cerca de 1,2 milhões de portugueses que levam para casa no final do mês cerca de 600€.
Em 2011, com a média salarial dos portugueses que rondava cerca de 816€. O valor médio que oscila, que caiu para cerca de 802€ no arranque de 2014, que iniciou uma subida, tem sido mais acentuado em 2015.
Com a descida das tabelas de retenção do IRS para um milhão de famílias com filhos e na reversão de cerca de (20%) do corte salarial na função pública. A subida que reflete algumas das empresas que começaram a regressar ao pagamento dos prémios e os extras remuneratórios, que estavam congelados com a fase mais aguda da crise, o desempenho que tinha disparado para os máximos históricos e o acesso do crédito que estava vedado.
Com a estagnação na descida da taxa do desemprego e do abrandamento da criação do emprego. A taxa do desemprego que manteve-se inalterado cerca de (11,9%) de uma queda de cerca de 1,8 pontos percentuais, que recuou cerca de 1,2 pontos percentuais. Portugal que chegou com cerca de 618,8 mil desempregados, houve menos de cerca de 1,6 mil e menos de cerca de 70,1 mi em 2014.
Os trabalhadores por conta de outrem com um acréscimo, que atingiu cerca de 3743,1 mil pessoas, com o trabalho dependente que representa cerca de (63%) do emprego.
Cerca de 145,1 mil dos trabalhadores dependentes que ganham menos de 300€ líquidos por mês.
Os que recebem cerca de 6.900€, para cerca de (32%).
Com a remuneração inferior ou cerca de 829€ que estão cerca de 1.071.600 pessoas que recebem cerca de 600€ e cerca de 900€ por mês.
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Em 2011, com a média salarial dos portugueses que rondava cerca de 816€. O valor médio que oscila, que caiu para cerca de 802€ no arranque de 2014, que iniciou uma subida, tem sido mais acentuado em 2015.
Com a descida das tabelas de retenção do IRS para um milhão de famílias com filhos e na reversão de cerca de (20%) do corte salarial na função pública. A subida que reflete algumas das empresas que começaram a regressar ao pagamento dos prémios e os extras remuneratórios, que estavam congelados com a fase mais aguda da crise, o desempenho que tinha disparado para os máximos históricos e o acesso do crédito que estava vedado.
Com a estagnação na descida da taxa do desemprego e do abrandamento da criação do emprego. A taxa do desemprego que manteve-se inalterado cerca de (11,9%) de uma queda de cerca de 1,8 pontos percentuais, que recuou cerca de 1,2 pontos percentuais. Portugal que chegou com cerca de 618,8 mil desempregados, houve menos de cerca de 1,6 mil e menos de cerca de 70,1 mi em 2014.
Os trabalhadores por conta de outrem com um acréscimo, que atingiu cerca de 3743,1 mil pessoas, com o trabalho dependente que representa cerca de (63%) do emprego.
Cerca de 145,1 mil dos trabalhadores dependentes que ganham menos de 300€ líquidos por mês.
Os que recebem cerca de 6.900€, para cerca de (32%).
Com a remuneração inferior ou cerca de 829€ que estão cerca de 1.071.600 pessoas que recebem cerca de 600€ e cerca de 900€ por mês.
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sábado, 25 de fevereiro de 2017
Alterações Climáticas: O mau clima dos pomares portugueses
Cerca de metade da produção da pera-rocha que perdeu-se na última colheita, cerca de (20%) dos pomares das macieiras e das pereiras que estão em risco por causa do fungo que não está a ser tratado e a praga da mosca-da-fruta espalha-se cada vez mais. As alterações climáticas que está a fazer os estragos.
Com as temperaturas mais elevadas, há menos chuva na Primavera, há menos horas de frio, há mais dias e há noites quentes, as ondas de calor e as secas mais frequentes e as intensas, há mais episódios de precipitação intensa e ventos.
Com afetação do ciclo vegetativo dos cereais, da oliveira, da vinha e das fruteiras: há mais pragas e há mais doenças, a perda das colheitas, com mais gasto da água e dos tratamentos, da perda do solo...
Em 2015, cerca de 280 mil toneladas são esperadas, a colheita da pera-rocha que caiu para cerca de 140 mi toneladas, que foram cerca de (-50%). Alguns dos pomares que perderam cerca de (80%), da estenfiliose. Com a precipitação forte no período curto de tempo, das temperaturas altas na Primavera e o vento. É esperado na próxima colheita, o fungo criou os problemas da floração.
Um fungo é bastante grave com o aumento das temperaturas é o Roselinea, que ataca as raízes. Cerca de (20%) dos pomares da pereira e da macieira que estão afetados e a perda das árvores adulta que atinge cerca de (10%) e cerca de (15%), com a mortalidade crescente.
Não há qualquer químico ou biológico para o fungo, que propaga-se entre a circulação da água do solo.
É com à boleia do calor que a mosca-da-fruta que está a subir no Algarve, com a presença constante na Região Centro. As temperaturas estavam mais amenas entre os 20 graus e os 23 graus a praga ganha com a falta do frio no solo, poupando a larva, que hiberna os cinco cêntimetros de profundidade.
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Com as temperaturas mais elevadas, há menos chuva na Primavera, há menos horas de frio, há mais dias e há noites quentes, as ondas de calor e as secas mais frequentes e as intensas, há mais episódios de precipitação intensa e ventos.
Com afetação do ciclo vegetativo dos cereais, da oliveira, da vinha e das fruteiras: há mais pragas e há mais doenças, a perda das colheitas, com mais gasto da água e dos tratamentos, da perda do solo...
Em 2015, cerca de 280 mil toneladas são esperadas, a colheita da pera-rocha que caiu para cerca de 140 mi toneladas, que foram cerca de (-50%). Alguns dos pomares que perderam cerca de (80%), da estenfiliose. Com a precipitação forte no período curto de tempo, das temperaturas altas na Primavera e o vento. É esperado na próxima colheita, o fungo criou os problemas da floração.
Um fungo é bastante grave com o aumento das temperaturas é o Roselinea, que ataca as raízes. Cerca de (20%) dos pomares da pereira e da macieira que estão afetados e a perda das árvores adulta que atinge cerca de (10%) e cerca de (15%), com a mortalidade crescente.
Não há qualquer químico ou biológico para o fungo, que propaga-se entre a circulação da água do solo.
É com à boleia do calor que a mosca-da-fruta que está a subir no Algarve, com a presença constante na Região Centro. As temperaturas estavam mais amenas entre os 20 graus e os 23 graus a praga ganha com a falta do frio no solo, poupando a larva, que hiberna os cinco cêntimetros de profundidade.
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Observatório: Os custos dos diabetes que dispararam cerca de 50 milhões de euros
Com a prevalência dos diabetes que continua a aumentar, que afeta em 2014 cerca de (13,1%) da população dos 20 anos e os 79 anos. No Relatório Anual do Observatório Nacional de Diabetes, cerca de 1 milhão de portugueses que têm os diabetes e cerca de 2 milhões que têm pré-diabetes. Os custos diretos da doença que dispararam cerca de 50 milhões de euros.
Em 2014, os diabetes com um custo direto de cerca de 1300 milhões de euros e cerca de 1.550 milhões de euros, que representa cerca de (0,7%) para cerca de (0,9%) do PIB em Portugal e cerca de (8%) para cerca de (10%) da despesa com a Saúde. Com o aumento dos custos do crescimento da doença, a despesa dos medicamentos, para cerca de (+260%) que duplicou na última década.
No aumento da despesa com os medicamentos, o crescimento do internamento dos diabetes e a diminuição do número dos utentes com as retinografia realizadas.
A diminuição dos investimentos da descompensação/complicações dos diabetes, a diminuição das mortes nos hospitais e a diminuição dos episódios do pé diabético e das amputações dos membros inferiores, para cerca de 1.385 amputações do valor mais baixo na última década.
Cerca de (44%) das pessoas com os diabetes que têm sido diagnosticadas que surgiram as complicações.
No relatório com o crescimento de cerca de (12%) da doença das pessoas mais velhas, em 2009 e 2014.
Cerca de (15,8%) da doença é ainda mais acentuado nos homens do que nas mulheres de cerca de (10,8%) com o peso: a prevalência dos diabetes nos obesos é de cerca de quatro vezes maior do que nas pessoas com o peso normal.
Com os rastreios da retinopatia diabética que diminuíram cerca de (17%) no último ano.
Publicado por Notícias de Portugal
Em 2014, os diabetes com um custo direto de cerca de 1300 milhões de euros e cerca de 1.550 milhões de euros, que representa cerca de (0,7%) para cerca de (0,9%) do PIB em Portugal e cerca de (8%) para cerca de (10%) da despesa com a Saúde. Com o aumento dos custos do crescimento da doença, a despesa dos medicamentos, para cerca de (+260%) que duplicou na última década.
No aumento da despesa com os medicamentos, o crescimento do internamento dos diabetes e a diminuição do número dos utentes com as retinografia realizadas.
A diminuição dos investimentos da descompensação/complicações dos diabetes, a diminuição das mortes nos hospitais e a diminuição dos episódios do pé diabético e das amputações dos membros inferiores, para cerca de 1.385 amputações do valor mais baixo na última década.
Cerca de (44%) das pessoas com os diabetes que têm sido diagnosticadas que surgiram as complicações.
No relatório com o crescimento de cerca de (12%) da doença das pessoas mais velhas, em 2009 e 2014.
Cerca de (15,8%) da doença é ainda mais acentuado nos homens do que nas mulheres de cerca de (10,8%) com o peso: a prevalência dos diabetes nos obesos é de cerca de quatro vezes maior do que nas pessoas com o peso normal.
Com os rastreios da retinopatia diabética que diminuíram cerca de (17%) no último ano.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Turismo: O Réveillon voltou ao nível do pré-crise
O Brasil, as Caraíbas, o Dubai, a Cuba, o Douro, a Madeira, os Açores ou o Algarve... Os portugueses estão outra vez a reservar os pacotes de fim de ano, com os preços que estão a disparar, os operadores e os hoteleiros que os valores estão em recorde, que encerram o ano com a chave de ouro no turismo.
O réveillon regressou aos valores do pré-crise. Com as ocupações de cerca de (90%), a crise que travou a fundo a procura interna dos pacotes de fim de ano. No Algarve, a grande parte dos hotéis que passou a fechar o Inverno, nem para a festa de fim de ano abriram as portas.
Nas Cidades europeias como de Madrid, de Barcelona, de Milão ou de Paris que atraem muitos turistas portugueses. Como de Marraquexe, que está a conquista o seu espaço.
Publicado por Notícias de Portugal
O réveillon regressou aos valores do pré-crise. Com as ocupações de cerca de (90%), a crise que travou a fundo a procura interna dos pacotes de fim de ano. No Algarve, a grande parte dos hotéis que passou a fechar o Inverno, nem para a festa de fim de ano abriram as portas.
Nas Cidades europeias como de Madrid, de Barcelona, de Milão ou de Paris que atraem muitos turistas portugueses. Como de Marraquexe, que está a conquista o seu espaço.
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Saúde: O recorde de dadores e de transplantes
Há mais dadores, há mais transplantes, há mais órgãos colhidos. Portugal é o 4.° País do Mundo com elevado índice de doação, que está à frente dos Estados Unidos, a Espanha, a Croácia é a Malta.
Em 2009, houve cerca de 128 dadores; em 2012 e 2013 que fecharam o mesmo número, cerca de 109; em 2014 houve cerca de 122; em 2015 que terminou com cerca de 134. Há mais dadores, há mais órgãos. Com o número de transplantes em 2016 que superou em cada um nos últimos 4 anos.
Foram feitas cerca de 358, houve mais cerca de 294 realizados em 2012, dos cerca de 271 em 2013, dos cerca de 317 em 2014 e dos cerca de 331 no ano passado. Foram colhidos cerca de 413 órgãos, houve mais de cerca de 383 em 2015 e do que cerca de 367 em 2014.
Os cidadãos individualmente que têm a maior consciência das oportunidades na melhoria da qualidade de vida com a transplantação.
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Em 2009, houve cerca de 128 dadores; em 2012 e 2013 que fecharam o mesmo número, cerca de 109; em 2014 houve cerca de 122; em 2015 que terminou com cerca de 134. Há mais dadores, há mais órgãos. Com o número de transplantes em 2016 que superou em cada um nos últimos 4 anos.
Foram feitas cerca de 358, houve mais cerca de 294 realizados em 2012, dos cerca de 271 em 2013, dos cerca de 317 em 2014 e dos cerca de 331 no ano passado. Foram colhidos cerca de 413 órgãos, houve mais de cerca de 383 em 2015 e do que cerca de 367 em 2014.
Os cidadãos individualmente que têm a maior consciência das oportunidades na melhoria da qualidade de vida com a transplantação.
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