O gene que tem um papel determinante da proteção do organismo da infecção do vírus da gripe e da alteração que torna as pessoas mais suscetíveis de contrair a doença mais severa, que influencia a entrada e da replicação do vírus da gripe nas células humanas.
A proteína que é muito importante da entrada e da replicação do vírus dentro das células. Se os vírus que tem mais facilidade de entrar, que a infeção é mais grave.
Com a gravidade da infeção através da hospitalização, que tem sido considerado um dos casos mais graves.
O risco de serem hospitalizados, a pandemia de 2009, que foi a maior para os pacientes portadores, o risco que não tem sido específico das situações da infeção do vírus da gripe.
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sábado, 7 de janeiro de 2017
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
Orçamento: As famílias sem filhos vão pagar menos IRS
Quem ganha mais de 1000€ e o mesmo que o seu colega do lado? Tem filhos e ele não tem? Então prepara-se: que este ano, ele vai ter uma redução no IRS maior do que a sua.
As famílias sem filhos vão ser mais benefiadas no IRS, que têm dependentes a seu cargo e com um nível igual ao rendimento. A partir de um determinado valor do salário mensal, a troca do quociente familiar com uma dedução do valor fixo que vai traduzir-se num agravamento no imposto.
Para os casais que ambos trabrabam e que tem um dependente, a extinção do quociente familiar e a tribuição de uma dedução que fixa cerca de 550€ a cada filho só vai ser favorável se receberam, cada um, menos de cerca de 853€ por mês. Das famílias monoperentais, do ponto de viragem de cerca de 910€ por mês, os casais que um é titular dos rendimentos, cerca de 1.413€.
Os casados ou os solteiros com filhos, com uma remuneração mensal acima dos limites, vão ser chamados para pagar mais de IRS em 2016 do que em 2017. A sobretaxa que foi reduzida em duas vias: do efeito do novo salário mínimo nacional e da criação das taxas dos escalões dos rendimentos.
Para quem não tem filhos, 2016 foi o melhor ano do que em 2015. Vai beneficiar o alívio da sobretaxa e da atualização de cerca de (0,5%) dos escalões do IRS. O quociente familiar versus a dedução fixa não entra nas contas, o IRS vai sempre baixar.
Há casos em que a dedução fixa de cerca de 500€ que vai beneficiar mais as famílias dos rendimentos mais altos.
Um casal com dois filhos e com um rendimento mensal de cerca de 5 mil € vai ter de pagar mais de cerca de 6,5€ no IRS. O rendimento se for de cerca de 4 mil €, com um acréscimo no IRS que vai rendar cerca de 242€.
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As famílias sem filhos vão ser mais benefiadas no IRS, que têm dependentes a seu cargo e com um nível igual ao rendimento. A partir de um determinado valor do salário mensal, a troca do quociente familiar com uma dedução do valor fixo que vai traduzir-se num agravamento no imposto.
Para os casais que ambos trabrabam e que tem um dependente, a extinção do quociente familiar e a tribuição de uma dedução que fixa cerca de 550€ a cada filho só vai ser favorável se receberam, cada um, menos de cerca de 853€ por mês. Das famílias monoperentais, do ponto de viragem de cerca de 910€ por mês, os casais que um é titular dos rendimentos, cerca de 1.413€.
Os casados ou os solteiros com filhos, com uma remuneração mensal acima dos limites, vão ser chamados para pagar mais de IRS em 2016 do que em 2017. A sobretaxa que foi reduzida em duas vias: do efeito do novo salário mínimo nacional e da criação das taxas dos escalões dos rendimentos.
Para quem não tem filhos, 2016 foi o melhor ano do que em 2015. Vai beneficiar o alívio da sobretaxa e da atualização de cerca de (0,5%) dos escalões do IRS. O quociente familiar versus a dedução fixa não entra nas contas, o IRS vai sempre baixar.
Há casos em que a dedução fixa de cerca de 500€ que vai beneficiar mais as famílias dos rendimentos mais altos.
Um casal com dois filhos e com um rendimento mensal de cerca de 5 mil € vai ter de pagar mais de cerca de 6,5€ no IRS. O rendimento se for de cerca de 4 mil €, com um acréscimo no IRS que vai rendar cerca de 242€.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
Saúde: As luvas e as vacinas faltaram cerca de (91%) às Unidades de Saúde Familiar
Cerca de (91%) das Unidades de Saúde Familiar que deram por falta de material básico para a atividade normal, que incluíram as luvas, as batas ou as vacinas. Cerca de (36%) são as falhas mais de 10 vezes e cerca de (32%) que são 3 e 10 vezes. Os problemas com os equipamentos e os sistemas informáticos de apoio à consulta, os serviços telefónicos, como as estruturas do Ministério da Saúde que continuam a gerar a insatisfação dos profissionais das Unidades de Saúde Familiar.
Com os principais problemas que são sentidos das Unidades de Saúde: os equipamentos informáticos; os relacionamentos com os direitos-executivos dos Agrupamentos dos Centros de Saúde; os equipamentos informáticos; os sistemas de informação e a contratualização.
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Com os principais problemas que são sentidos das Unidades de Saúde: os equipamentos informáticos; os relacionamentos com os direitos-executivos dos Agrupamentos dos Centros de Saúde; os equipamentos informáticos; os sistemas de informação e a contratualização.
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
Poema: O Duplo, O Soneto, O Português, O Fantoche e o Invertido
Sem a vergonha e vergonhosos!...
Manipulam-se, e são manipulados,
São presos entre os fios dos criminosos;
Sem a vergonha, são encavados!...
Baixam as suas calças, de silenciosos,
Antes dos bolsos esvaziados,
É novo o desenho do novo mapa!...
Uma plena fábrica de fantoches,
Que desarticulam Portugal da socapa,
São presos pelos fios, que fazem broches,
Portugal é uma verdadeira saudade!...
Apagou-se o desenho da memória,
Vão-se os velhos e fica a mocidade,
Vai-se o orgulho, vai-se a história,
São os fios que manipulam a glória!...
Os destroços caídos em memorial,
São manietados com os fios da vitória!...
Todos os fantoches e são pejados do cio,
Toda as violações e numa orgia total,
Os fios que movem de modo fatal,
Os movimentos sem alma sem brio!...
Os fantoches são para exportar,
Os fios são a importação imposta,
É o fantoche que têm de pagar;
Que ficam as perguntas sem resposta,
À resposta não há que perguntar,
Não há perguntas e o povo gosta!...
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Manipulam-se, e são manipulados,
São presos entre os fios dos criminosos;
Sem a vergonha, são encavados!...
Baixam as suas calças, de silenciosos,
Antes dos bolsos esvaziados,
É novo o desenho do novo mapa!...
Uma plena fábrica de fantoches,
Que desarticulam Portugal da socapa,
São presos pelos fios, que fazem broches,
Portugal é uma verdadeira saudade!...
Apagou-se o desenho da memória,
Vão-se os velhos e fica a mocidade,
Vai-se o orgulho, vai-se a história,
São os fios que manipulam a glória!...
Os destroços caídos em memorial,
São manietados com os fios da vitória!...
Todos os fantoches e são pejados do cio,
Toda as violações e numa orgia total,
Os fios que movem de modo fatal,
Os movimentos sem alma sem brio!...
Os fantoches são para exportar,
Os fios são a importação imposta,
É o fantoche que têm de pagar;
Que ficam as perguntas sem resposta,
À resposta não há que perguntar,
Não há perguntas e o povo gosta!...
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terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Estudo: O Diagnóstico do cancro da mama que aproxima as mães e os filhos
A relação entre a mãe e o filho que não é prejudicada com o diagnóstico do cancro da mama, que aumenta a proximidade, o pai que torna-se mais ativo na educação dos filhos, com um estudo realizado que contou com cerca de 17 famílias do Norte.
Com os resultados do diagnóstico da proximidade diária entre a mãe e os filhos. As mães e os filhos, com o lidar da doença, que vêem reforçadas as suas relações. Os filhos que chegam a envolverem-se nos processos do tratamento da doença, que conta o filho para ajudar a mãe a cortar o cabelo. Os pais que acabam por estar mais atentos na educação dos filhos.
Com algum humor e de sentido de proteção dos filhos as mães que acabam por lidar com a situação. Os filhos que são o apoio para as mães. Quando é diagnósticado o cancro da mama, a relação entre a família que fica ainda mais forte.
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Com os resultados do diagnóstico da proximidade diária entre a mãe e os filhos. As mães e os filhos, com o lidar da doença, que vêem reforçadas as suas relações. Os filhos que chegam a envolverem-se nos processos do tratamento da doença, que conta o filho para ajudar a mãe a cortar o cabelo. Os pais que acabam por estar mais atentos na educação dos filhos.
Com algum humor e de sentido de proteção dos filhos as mães que acabam por lidar com a situação. Os filhos que são o apoio para as mães. Quando é diagnósticado o cancro da mama, a relação entre a família que fica ainda mais forte.
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Dificuldades: Recebe ajuda das três instituições e está a viver com dificuldades
Teresa Ferreira, de 41 anos, está desempregada há cerca de cinco anos e faz diariamente as contas à vida. Com os dois filhos, de 11 anos e de 17 anos, está mais um a caminho, que recorre sempre a ajuda das instituições sociais de Vila Real, que reside numa habitação social. Todos os meses que sobrevive com cerca de 183€ no rendimento social de inserção e o abono dos filhos.
Cerca de (19%) de cerca de 1.888 utentes das instituições sociais que afirmaram ter tido a falta de alimentos ou terem sentido a fome por alguns dias ou por semanas. Teresa Ferreira que recorreu ao apoio de três instituições: da Cáritas, da Câmara Municipal de Vila Real e da Cruz Vermelha.
A cozinha com as quantidades maiores para ter que poupar no gás e até nos banhos que são rápidos para não ter que desperdiçar na água. Os seus filhos, às vezes, que pedem-lhe para ir comer um hambúrguer, a mãe compra os ingredientes no supermercado e comem os três em casa pelo preço de um menu para uma pessoa.
As dificuldades económicas que levaram-na a recorrer ao apoio da Cáritas quase todos os meses, que faz questão de gerir o que leva para casa.
Quando ficou desempregada, que trabalhou na restauração e das limpezas. Recebe o rendimento social de inserção e o abono da casa de um dos filhos.
Esperava por uma habitação social, que foi atribuída para a autarquia local, que viveu na casa de um amigo.
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Cerca de (19%) de cerca de 1.888 utentes das instituições sociais que afirmaram ter tido a falta de alimentos ou terem sentido a fome por alguns dias ou por semanas. Teresa Ferreira que recorreu ao apoio de três instituições: da Cáritas, da Câmara Municipal de Vila Real e da Cruz Vermelha.
A cozinha com as quantidades maiores para ter que poupar no gás e até nos banhos que são rápidos para não ter que desperdiçar na água. Os seus filhos, às vezes, que pedem-lhe para ir comer um hambúrguer, a mãe compra os ingredientes no supermercado e comem os três em casa pelo preço de um menu para uma pessoa.
As dificuldades económicas que levaram-na a recorrer ao apoio da Cáritas quase todos os meses, que faz questão de gerir o que leva para casa.
Quando ficou desempregada, que trabalhou na restauração e das limpezas. Recebe o rendimento social de inserção e o abono da casa de um dos filhos.
Esperava por uma habitação social, que foi atribuída para a autarquia local, que viveu na casa de um amigo.
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domingo, 1 de janeiro de 2017
Saúde: Os Privados que sugam cerca de 150 milhões de euros nas análises clínicas
Em 2014, o Serviço Nacional de Saúde que gastou cerca de 360 milhões de euros no diagnóstico e de terapêutica no setor privado. Para as análises clínicas, que foram cerca de 150 milhões de euros, cerca de 91,3 milhões de euros para a radiologia, cerca de 66,5 milhões de euros para a medicina física e para a reabilitação. Na endoscopia gastrenterológia com uma subida de cerca de (114%) e com uma verba de cerca de 22,4 milhões de euros.
Em 2015, o Estado que passou um cheque de cerca de 35,8 milhões de euros os vales-cirurgia que são destinados nas operações no privado, por falta de capacidade de resposta nos hospitais públicos.
No setor que pesa, no erário público, cerca de 700 milhões de euros e cerca de 800 milhões de euros por ano, que vai ser diminuído a fatia de cerca de (15%) e cerca de (20%) para aplicá-lo no SNS.
Com o preço do Estado que paga nos privados é de cerca de (50%).
Nuno Costa, Lamego
Em 2015, o Estado que passou um cheque de cerca de 35,8 milhões de euros os vales-cirurgia que são destinados nas operações no privado, por falta de capacidade de resposta nos hospitais públicos.
No setor que pesa, no erário público, cerca de 700 milhões de euros e cerca de 800 milhões de euros por ano, que vai ser diminuído a fatia de cerca de (15%) e cerca de (20%) para aplicá-lo no SNS.
Com o preço do Estado que paga nos privados é de cerca de (50%).
Nuno Costa, Lamego
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